quarta-feira, 28 de março de 2012

SÓ JESUS PODE





Você já se perguntou: “Como eu posso evitar as tempestades da vida?”
Bem, a resposta é:
- Você não pode evitar.

Todo mundo tem de passar por tormentas e tempestades, mas a boa notícia é que você não tem de enfrentar sozinho. Porque Jesus está com você, Ele pode mandar as tempestades se acalmarem, e elas têm de obedecer à Palavra dele. Note que o Salmo 23 fala sobre andar “por um vale escuro como a morte” (Salmo 23,4).

Note que o versículo diz. Não diz que você tem de ficar no meio de uma tempestade. Você só passa por ela. Há luz no fim do túnel. Você vai conseguir porque você tem Jesus ao seu lado (veja 2Crônicas 13,10-12). Assim, da próxima vez que você passar por uma tempestade ou uma situação difícil e não houver saída aparente, lembre-se que Ele é quem acalma a tempestade. Você pode ficar acima de sua tempestade. Se os ventos e as ondas obedecem a Jesus, então, a sua tempestade também tem de obedecer à Palavra dele.

A vitória pertence a você!

Texto extraído de “A Bíblia Sagrada na Linguagem de Hoje, Edição para Jovens”, baseado no Livro de Lucas, capítulo 8, versículo 25.

Tempo para acertar





O ser humano é difícil de entender!

Fartam-se de ser crianças e tem pressa por
crescer, e depois suspiram por voltar a
ser crianças...

Primeiro, perdem a saúde para ter dinheiro
e logo em seguida, perdem o dinheiro para
ter saúde...

Pensam tão ansiosamente no futuro que
descuidam do presente e assim, nem vivem
o presente nem o futuro...

Vivem como se fossem morrer e
morrem como se não tivessem vivido!

Reflita sobre isso...
Pois você ainda tem tempo para acertar
sua vida, todos os dias quando você acorda,
recebe o mais belo de todos os presentes.

A DÁDIVA DA VIDA

Deus lhe deu e você a administra,
faça com que realmente valha a pena.

A ESTRANHA LÁ EM CASA





Alguns anos depois que eu nasci, o meu pai conheceu uma estranha. Ela era recém-chegada em nossa pequena cidade, e desde o princípio, meu pai ficou perdidamente fascinado com aquela encantadora personagem. Em seguida, meu pai a convidou para viver com nossa família, e a estranha aceitou a oferta, e desde então tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre o seu lugar em minha família, aliás, em minha mente jovem, ela já tinha um lugar muito especial. Ela então tornou-se em minha educadora, e os meus pais, automaticamente, passaram à condição de instrutores complementares. Minha mãe que sempre fizera questão de nos mostrar tanto o que era bom quanto o que era mau, e meu pai, que com a sua notória autoridade, e com severos castigos, ensinou-nos à obedecer, tinham agora, aquela estranha como um contrapeso para os valores de seus princípios.

E Ela era realmente deslumbrante, e nos mantinha enfeitiçados por horas à fio com o relato de suas aventuras, mistérios, humores e dramas. Interessante era como ela tinha também respostas para quaisquer coisas que quiséssemos saber sobre política, história ou ciência, e como conhecia tudo do passado, do presente e até, às vezes, como predizia o futuro!

Foi com ela que nossa família foi ao primeiro jogo de futebol, e que conheceu as ruas, outras gentes, as artes, a lua... E ela tinha uma genialidade de me fazer sorrir, como também o dom de me fazer chorar.

Aquela estranha nunca parava de falar, mas o que era mais estranho, é que meu pai não se importava. No entanto, haviam dias que minha mãe não suportava, e às vezes ela se levantava séria e calada, enquanto que o resto de nós ficávamos ali escutando o que aquela matraqueadora tinha para dizer, e sempre a minha velha ia para a cozinha onde podia ter um pouco de paz e sossego (e agora me pergunto se ela não teria ido lá para orar e pedir a Deus que mandasse embora a tal invasora).

Meu pai até então, dirigia nosso lar com convicções morais irretocáveis, mas a estranha não se sentia obrigada a honrá-las: as blasfêmias e os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa (nem por parte nossa, nem por parte de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse), entretanto, nossa visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer em seu canto, e minha mãe, coitada, se ruborizava dos pés à cabeça. Meu pai nunca nos dera permissão para tomar álcool, mas a estranha nos animava a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que pra gente o cigarro parecesse charmoso e inofensivo, e que os charutos e cachimbos fossem coisas nobres. Falava livremente (e de forma demasiada) sobre sexo, e seus comentários eram às vezes evidentes, noutras sugestivos, mas no geral, eram vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência por aquela estranha. Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.

Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então ela mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio, mas se encontra ainda lá,  e nós os meninos daquela época, crescemos, nos casamos, e mudamos... E ela está lá ainda, tão surrada, ultrapassada, mas ainda falante, arrogante, ainda influente, e esperando que alguém possa lhe escutar, pois meu pai, tadinho, já está praticamente surdo, e só consegue mal mal enxergá-la...

Sabe qual é o nome dessa tal estranha? TELEVISÃO!

De uns tempos pra cá, já até arranjaram um marido pra ela, o COMPUTADOR, e eles já tiveram um filho, e que se chama CELULAR!

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12: 2)


Adapatação de texto enviado por Gilson Garcia

Visite o Blog: http://ministgilsongarcia.blogspot.com.br/

Cícero Volney
cicerovolneyalves@hotmail.com

segunda-feira, 26 de março de 2012

Louvor na Praça - Jardim Lola

O DEJAD JL, realizou 1º louvor na praça em Jardim Lola, com as participações do cantor Falcão, Minist. louvor El Shamah e da Banda Santuário.
Trazendo a Palavra o irmão Daniel, baixista da Banda Santuário, foi uma benção.
Uma vida para Cristo.